Jaded
Sempre fui um gajo que nunca ligou muito aos clips. Sempre disse que a música era para ser ouvida e não vista. (E contínuo a dizer, isto é só uma excepção). No entanto descobri hoje o clip, (o clip, não a música. Alías, isto já é uma coisa de 2001, o que prova o quanto eu ligo a clips.) de uma música da qual eu na realidade perfiro ver o clip do que ouvir apenas a música. É estranho, segundo os meus padrões, mas acho que um dia tinha de acontecer...
Já agora, a música em questão é essa aí da imagem vermelha com umas letras verdes e um símbolo laranja com uma rapariga gira num dos lados.
E pronto, eu cedo a mim mesmo e ponho o vídeo no meu blog.
Bad Medicine
E eis que chego ao post #30.Não, a imagem não quer dizer que eu sei tocar guitarra. É só de um clip de uma música fixe em dá para reparar que em 1988, afinal, também havia mulheres giras. Para além do facto de exibirem as vestes da època, claro. Mas, vá, não são tão más como aquelas caractrizadas por plataformas, calças à boca de sino, camisa justa, afro e bigodaça. Mas o ponto não é este, o facto é que também havia mulheres giras naquela altura. Afinal não é só de agora, e eu que andei engando todo este tempo, durante uma semana, que foi o tempo que passou desde que vi uma foto dos anos 80 em que figurava alguém com umas calças daquelas até ao pescoço (não literalmente, claro), e então pensei: "nos anos 80 não havia mulheres giras". Estava enganado.
Mas mesmo assim, dúvido que alguma fosse tão gira como o unicórnio. Aliás, tenho a certeza, porque é impossível.
Bom, e chego ao ponto em que troco de assunto. esta semana vou ter dois exames, o que me deixa um pouco nervoso, o que me leva a recorrer a coisas pouco saudáveis para aliviar a tensão como por exemplo, alcool, cigarros, arrábida e sexo. Uma de cada vez, claro. E isto são tudo coisas perigosíssimas. Nomeadamente a arrábida, que é uma coisa alta da qual se pode dar uma queda valente.
O meu professor de gestão é um bacano. Dá umas aulas porreiras, é contra o TGV e é Eng. Mecânico. (Sim, e é professor de gestão, talvez porque 70% dos engenheiros, 10 anos após o primeiro emprego, acabam com cargos de gestão. Ou talvez porque ele tem uns mestrados em gestão...) De qualquer maneira, ele é um porreiro, tá sempre a motivar indirectamente um gajo, insinuando coisas como "um dia mais tarde quando forem engenheiros" ou "um dia mais tarde quando tiverem cargos de gestão", assumindo que a malta vai acabar o curso, não acabando assim a atender telefones. E este tipo de insinuações motivam. Pelo menos a mim. Mesmo sabendo que existe uma enorme probabilidade da malta universitária mais tarde ou mais cedo se marimbar para o curso.
E o carro que está na imagem é lindíssimo. Presentemente, é o que está no topo da minha lista de "carros que eu gosto e que são possiveis vir a comprar". (Dantes estava o Honda Civic.)
Já agora, é o novo Volkswagen Scirocco, vai sair para aí em 2008 e é ainda mais bonito ao vivo.
Já que estamos em época natalícia, aproveito para dizer que não vou muito com esta coisa do natal e do espírito natalicio. Mas para a malta que vai, um bom natal dentro do possível, que é como quem diz, um natal standart, igual aos anos anteriores, com o jantar com a família, com os envelopes com o nosso nome vindos da avó com uma ou duas notas lá dentro e com o almoço do dia de natal onde se comem os restos da noite anterior.
Fonte da imagem: Volkswagen "Iroc" Scirocco Concept
My Own Personal Jesus
Tenho uma paixão secreta por motas. E hoje vi a que passou para topo da lista. Tou apaixonadíssimo. Uma coisa destas, e o meu grau de felicidade de certo dispararia.
Pronto, isto foi só para o caso de alguém me querer dar qualquer coisa extra pelo Natal.
Amanhã vou ter teste, e isso, com é sabido, dá-me o direito de insultar tudo e todos, mas não o vou fazer. Por dois motivos. Não me vale de nada e, se vou ter teste amanhã, fui eu que forjei o meu próprio destino, por isso, só se me insultar a mim mesmo (o que é bem possível).
"Our virtues and our failings are inseparable, like force and matter. When they separate, man is no more.", já lá disse um senhor sábio, que muito sabia (Nikola Tesla).
(Para quem se deu ao trabalho de reparar, o título não tem nada a ver com o assunto em cima. (Por isso é que eu não gosto de títulos, obrigam as coisas a seguir rumos estáticos em vez de dinâmicos.) Mas pronto de qualquer maneira, é só porque me estava a lembrar daquela música original dos Depeche Mode mas cantada por outro gajo. Era fixe, um gajo ter um deus pessoal. "Ah olha apanhei uma molha hoje, preciso das botas secas para amanhã e de não apanhar nenhuma constipação." E pronto, já estava. As coisas passavam a ficar à distância de um pedido.)
O post de hoje, 24-11-2006, é diferente. Faz hoje 15 anos que Freddie Mercury morreu.
À parte de toda a outra escrita satírica do meu blog, não podia deixar de hoje prestar a minha insignificante mas sincera homenagem ao melhor vocalista rock de todos os tempos.
"Freddy knew exacttly how to a stadium audience. The guy right back at the stadium still felt that Freddy had a connection" - Brian May, Queen
"You know how hard it is to get someone's attention who's on the other side of the room? Imagine a stadium. And imagine making them sing along with you. (...) Live Aid has huge... How many bands played that thing? Everybody! Queen smoke them! They just took everbody..." - Dave Grohl, Foo Fighters (former Nirvana drummer)
" Another Tricky Situation
I get the drownin' in the Blues
And I find myself thinkin'
Well - what would you do?"
No one but you (only the good die young), Queen
What would he do?
Disse que ia falar mal dos taxistas não foi? Não me apetece, mas o prometido é devido portanto:
Não gosto de taxistas porque a maioria não respeitam as passadeiras. Porque já vi passarem sinais vermelhos com pessoas a passar a estrada. E porque arrancam quando o sinal fica verde, mesmo que alguém esteja a passar. Acho que chega.
Estou enrascado até aos ossos com este projecto que tenho em mãos. Isso faz-me andar sem paciência. Raio de vida. E este facto dar-me-ia o direito de praguejar com o mundo, mas não o faço porque na realidade ele nao se importa.
Bom, vou até à varanda apanhar ar frio e pensar que provavelmente alguem neste momento nalgum sitio longe - ou perto - está a divertir-se e eu não. E vou inveja-lo. Inveja é pecado mortal.
(Entretanto, recomendo vivamente investir 10€ em gasolina e exorcisar os males com uma viagem de carro pela serra da Arrábida numa condução agressiva. É que não é preciso se quer exceder os limites de velocidade legais para sentir bastante emoção. E cuidado com as curvas fechadas, porque do outro lado há o penhasco.)
Já disse que ando sem paciência? Já? E que não gosto de taxistas? Não? Então já tenho tema para o próximo.
Mau Tempo
Agora com o mau tempo surgem as normais notícias das inundações e com elas sempre duas constatações curiosas sobre o mesmo.
Primeiro, o mau tempo deve ser algo exponêncial, pois a cada ano, a tempestade nova é sempre a pior de todos os tempos. Isto por este andar, qualquer dia, o tempo é tão mau, que nem a própria Terra resiste à sua meteorologia.
Segundo, curioso que, segundo os afectados, o mau tempo é sempre culpa de "alguém".
A noite é, física e psicologicamente, uma coisa violenta.
Tenho dito.
Reconheço que sou uma má pessoa. No geral, mas não para toda a gente. Não sou para os meus amigos, para a minha namorada, para familiares próximos e, quando me apetece, também para pessoas que não conheço.
Mas não sou o tipo de pessoa que se preocupa com os males sociais do mundo, mas eu quero com isto dizer uma coisa em concreto:
Não gosto de pedintes, chateiam-me. E eu não gosto quando me chateiam. É chato. E não, não tenho pena deles. No entanto há uma excepção, há um senhor que às vezes está a tocar guitarra portuguesa numa ao lado da rua Augusta, que eu não sei o nome, mas amanha já vejo e ponho aqui (entretanto, e como já é "amanha", já sei qual é, é a rua do ouro). É que o senhor deve ter o Carlos Paredes no corpo. Toca fantasticamente, e eu sempre que oiço, pondero como é que alguém que toca assim acabou a pedir na rua. Não que tenha pena, mas faz-me confusão, e eu normalmente sou compulsivo com as coisas que me fazem confusão e acabo por pensar muito nelas. Qualquer dia sou capaz de dar uma moeda ao senhor, não por pena, mas por mérito.
- Porque se não, aquilo era o inferno!
Acabei de ouvir na rádio um senhor da EDP a justificar o aumento proposto de 15% na factura da electrecidade da seguinte forma:
"(...) os consumires são os responsáveis por este aumento, pois durante anos a fio pagaram pouco pela energia (...)"
Não é ridiculo? Fica a ideia...
Caixas de Pandora
Há uma inovação no post hoje, chama-se “titulo”. Caixas de Pandora. E porquê, porque gosto da palavra. Expressão, neste caso. Caixas de Pandora devem ser coisas fascinantes, se não, veja-se, diz na wikipédia que Caixa de Pandora é “é uma expressão utilizada para designar qualquer coisa que incita a curiosidade mas que é preferível não tocar”, isto só por si, não é fascinante? Praticamente, tudo o que é bom, acaba por inicialmente, não se dever tocar. Apetecia-me dizer aqui tudo o que para mim são Caixas de Pandora, mas seria aborrecido, e eu não tenho paciência. Até porque, devo gastar o meu tempo mais próximo, a estudar algo, para avançar um passo no meu objectivo “emprego futuro bem remunerado”, necessário para abrir, se é que posso dizer, futuras Caixas de Pandora. Se calhar não sendo tão abstracto, eu quero uma mota (e não só, claro) e é preciso dinheiro para isso. Como disse um professor no ano passado, “lei da vida meus amigos, lei da vida”.
[Pausa para um Lucky]
Não sei bem porque o motivo desta pausa, a vontade é muita, e a inspiração é pouca, toda a gente sabe que Luckies, aguçam-na, mas não a criam. Sei que devia estar a ler outra coisa, e não a escrever aqui, mas algo me leva a continuar a escrever, muito poético, apesar da falta de inspiração, por isso, se calhar vou continuar, só mesmo naquela.
Andava aí para escrever sobre a violência da noite, que é algo real, por momentos, este verão experimentei algo como ambientes sobre-saturados de fumo, álcool, e musica alta (nada de novo até aqui) mas aliados a mudanças de temperaturas de cerca de vinte graus entre entradas e saídas de bares. Algo violentíssimo, suficiente para deixar um gajo a tossir dois meses depois de vir de lá.
Mas, e pronto, é isto, não há inspiração não há desenvolvimento na escrita, por isso, vou fazer um favor às cinco pessoas que provavelmente visitarão este blog, e vou parar.
Edit / p.s. : Após uma curta reflexão, e porque acho que merece, vou incluir no post um comentário a ele feito:
Zê said...
Saibamos abrir as caixas certas e tirar delas o melhor. Mas nunca nos acobardemos perante uma Pandora promissora...
Ando desde que vim de férias para escrever algo sobre a violência da noite.
Acho que vai ser neste fim-de-semana.
Bom, neste momento são 1:21 de segunda-feira já, o fim-de-semana já passou. Parece que ainda não foi desta. É a falta de creatividade que me assombra várias vezes, falta de criatividade ou o excelente livro que arranjei para ler agora, The C programming language (malhas que a faculdade tece). A sério, à malta que goste de programar, aconselho vivamente, comprem outra coisa qualquer mais interessante para ler, vão ao café beber um café, oiçam Quim Barreiros ou vejam algum filme enfadonho. Sempre é mais giro.
ps. alguém notou aí qualquer coisa?
Bom, apesar disto tudo, quero aqui agradecer ao meu pai e à minha mãe, que se revelaram uns bacanos pois deixaram-me conduzir os respectivos carros ilegalmente.
Ao gajo que ontem me disse por aqui “isso tá mais que passado..”.
E finalmente, ao fiat panda, pelo simples facto de ter andado.
E assim termino este post pois tenho de ir lá abaixo comprar um maço de sorte.
Em nome da cultura, contra o basofismo aqui vai:
Isto hoje vai ser só um post pequenino, vai demorar a escrever o tempo que demora fumar um cigarro...
O que acontece é que me deparo com uma coisa, os canais de televisão já não sabem o que hão-de fazer para ter audiências. Quer dizer, um gajo vê a nova série dos Morangos com Açúcar, e vê logo uma gaja qualquer de costas, semi-nua numa piscina a vestir-se, isto para não falar na quantidade de gajas que apareceram em trajes menores no estilo prostituição gratuita. Não quero com isto dizer que elas levem tal estilo de vida, aposto que são todas meninas respeitáveis…
Entra logo a matar no primeiro episódio, logo gajas nuas, para um gajo ficar colado ao ecrã. Mas a mim não me apanham com essa. Se quiser ver gajas nuas, recorro à Internet.
E agora, dizem-me para por na sic, o que é que eu vejo, umas mamas, e com o afastar da câmara, uma gaja nua. Dois segundos depois volto a olhar, vejo uma cena de sexo.
É o que eu digo, os canais de televisão já não sabem o que hão-de fazer para ter audiências, e então tentam prender um gajo à televisão com sexo e nudez explicita e gratuita, atrelado ao usual bad script. Se bem que ainda não sei se esta coisa nova da sic o tem. Mas os morangos têm.
Bom, já chega de escrever, que o meu lucky já acabou. E toda a gente sabe que sem droga, não há inspiração ou talento que valha.
Diferenças entre o sector público e o sector privado:
Sector Público:
Director: Chefe, os rumores de que sou corrupto são verdade.
(Director entrega relatório de contas com um grande défice)
Gajo acima do director: Não se preocupe amigo! Isso todos nós somos! Além disso só saímos quando acabar o mandato! Agora vamos todos jantar para comemorar sermos ricos à conta dos contribuintes.
Sector Privado:
Director: Chefe, os rumores de que sou corrupto são verdade.
(Director entrega relatório de contas com um grande défice)
Gajo acima do director: Está despedido.
Nesta altura, já não me admira os piratas terem sido estrangeiros. Não eram portugueses. Digo isto porque meti na cabeça comprar uma bandeira dos piratas, uma jolly roger, porque os piratas eram malta fixe, já o disse em posts anteriores, eram malta pá que vivia pelas próprias regras, eram sazonalmente ricos, tinhas facas, pistolas, canhões, barba e bebiam rum, e isso é muito fixe.
Mais, quem está atento ao mundo, sabe que existe uma diferença brutalmente ridícula entre os preços dos carros no estrangeiro e no nosso Portugal. Quer dizer, o preço do carro em si, é o mesmo, mas os competentes governantes de cá, insistem em coisas como Impostos Automóveis, e um tal de I.V.A. que as pessoas têm de pagar ainda por cima do outro imposto. Não sei, se calhar os governantes de cá estão a tentar ser mais cool’s que os outros…
Pronto, voltando aos piratas, se isto é assim agora, vejam no tempo deles, andavam lá eles a roubar, depois querem adquirir legalmente um navio novo, o saque ia todo só para os impostos! Não havia condições, e sendo assim lá tiveram eles de ir para países onde havia incentivos da parte do governo, como Inglaterra e Holanda.
Nota final: Para os menos atentos, isto foi uma critica aos impostos altos usando uma história com piratas. Não, no tempo dos piratas não havia IVA nem Imposto Automóvel.
Mais notas: Diferença entre piratas, corsários e bucaneiros:
Piratas: Gajos que andavam em navios por esse mar fora, e roubavam tudo o que podiam por conta própria.
Corsários: Gajos que andavam em navios por esse mar fora a roubar tudo o que podiam, mas que eram “patrocinados” por reinos, e preferiam alvos de nacionalidades rivais de quem os apoiava.
Bucaneiros: Gajos que andavam em navios por esse mar fora a roubar tudo o que podiam, por conta própria, mas que preferiam armas mais pequenas como mosquetes e bacamartes.

